A magia mundial continuava e superava a competição. Ao mesmo tempo que o Flamengo já se encontrava classificado e em primeiro lugar do grupo, nosso adversário já se encontrava eliminado. Não havia mais nada a ser disputado em campo, somete a honra de se declarar vencedor desse duelo. Para conquistar esse direito, Filipe Luis gira um pouco as peças iniciais, mas não mudou a mentalidade coletiva.
Logo no apito inicial se notou um Flamengo controlador da posse de bola e que desejava ocupar o campo de ataque. Um encontro de estratégias bem parecido com o da primeira rodada. Nos seria exigido muita concentração e paciência, além da inventividade para furar a retranca Hollywoodiana. No primeiro ensaio, fomos apresentados ao protagonista da noite, a trave. O cruzamento de bola parada de Arrascaeta contou com o bloqueio de Luiz Araujo para Danilo ficar livre, mas a protagonista estava lá e impediu a abertura do placar. Aos 10 minutos, a resposta da trave oposta. Também pela bola parada, também contando com ensaios e também com o mesmo resultado. Uma bola na trave que não balança a rede. Arrascaeta também encontrou o mesmo destino dois minutos depois.
Até o minuto 29, o protagonista da partida se manteve apagado. Nesse intervalo Flamengo seguiu controlando o jogo e atacando com paciência para nao ceder contra-ataques. Depois da saída errada de Lloris, a bola ficou viva e o gol vazio. A primeira finalização de Pedro foi bloqueada, mas a segunda não encontrou nenhum defensor, mas encontrou a protagonista da noite e novamente a abertura do placar foi impedida. Impedido também foi o gol do Los Angeles aos 36 minutos do primeiro tempo e também na finalização perigosa aos 11 minutos do segundo tempo. Mas diferente do lance do gol, que foi uma jogada ensaiada, o lance do segundo tempo atacou a linha alta rubro-negra. Flamengo seguiu atacando. Cebolinha e Luiz Araújo tentaram de fora. Pedro quase fez um golaço, mas foi Arrascaeta que, novamente, exigiu a participação da trave, aos 24 minutos do segundo tempo.
O tempo foi passando, substituições acontecendo. Até que no minuto 38, nosso adversário testou nossa linha alto, só que dessa vez deu certo, os norte-americanos superaram a trave e Rossi. O gol foi decepcionante, mesmo que não mudasse nada no campeonato. Mas a responsabilidade de vestir rubro-negro é maior que pontos e campanhas podem dizer e Wallace Yan sabe bem dessa responsabilidade. 3 minutos depois de sofre o gol, nosso menino recebe de Jorginho e se ve cercado por três. A solução foi atacar. Arrancou e ficou de frente para o goleiro adversário. Dessa vez sem toque acidental, dessa vez por puro talento.
O empate também não mudou nada na tabela e manteve uma sequencia invicta de onze jogos. Agora o mata-mata e só vitória interessa para mantermos nosso sonho vivo.
Seremos,
SRN