Com um pouco mais de dificuldade que esperado, Pedro e Léo Ortiz somaram gols e ajudaram o Flamengo a buscar a primeira vitória nessa Libertadores.
A diferença entre os 45 minutos beira o cômico, parece até duas equipes diferente, então qual foi a diferença?
A primeira se chama Cebolinha, primeiro tempo sendo muito acionado e muito efetivo. Talvez o toque de mestre ou o pênalti claro que não poderia ser marcado fizeram o lance do Cebolinha passar despercebido.
Ciscou e não driblou ninguém, e ainda assim atraiu 3 jogadores para dar um latifúndio para o Ayrton Lucas seguir a jogada.
Mas ser acionado cobra, correr cansa. Não atoa Cebolinha pediu para sair no segundo tempo.
Poderia ter variado mais o lado para chegar mais inteiro no final do jogo, poderia forçar mais a esquerda para buscar o segundo gol?
Visões e opiniões...
O segundo se chama Pedro, mais um que sentiu a sequencia de jogos. Hoje de manha já circula uma noticia sobre ele ter jogado gripado. Ontem na coletiva, Tite falou que ele foi outro a sentir caibras.
Pedro é centroavante de área e no geral, fez uma boa partida ontem. Mas o Flamengo exige perfeição que ele já mostrou em outros jogos esse ano.
Fazia tempos que eu não via ele subir a marcação sem proteger as costas como no segundo tempo de ontem. A partir daí é efeito dominó, o primeiro atacante é o zagueiro e o primeiro defensor é o atacante.
O terceiro é quase uma somatória.
A duas semanas atrás, falei sobre jogar quatro decisões em 12 dias. Uma final de 180 minutos, um jogo longe e na altitude e o primeiro jogo da Liberta no Maraca.
Falei que ia ser exigente e vi o time sendo pragmático, se poupando em alguns momentos nos jogos.
Ontem, no segundo tempo, também vi um pouco disso. Diminuiu um pouco a intensidade e só conseguiu pegar no tranco novamente depois das substituições.
Ainda assim, chegamos no final da primeira curva da temporada com o saldo positivo.
Poderia ser mais fácil? Sim. Mas, passo a passo, os objetivos estão sendo conquistados.
Uma mais três são quatro, até os doze são oito.
E vamos para mais,
📸: MAURO PIMENTEL / AFP / CP
*Texto para a pagina Todo dia uma bola na trave do Andreas*

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