sábado, 11 de maio de 2024

Quem não faz...

Outro dia um amigo meu disse "Para o Flamengo fazer gol, tudo precisa dar certo. Para levar o gol, só uma coisa precisa dar errado"
É claro que esse pessimismo se torna mais presente em má fases e nessa fase que estamos, essa frase é quase uma verdade absoluta.
As ultimas semanas tem sido assim, ontem foi assim.

A escalação do Cebolinha pode ter dado um pouco de esperança para alguns, mas ao vê-lo jogando pela direita deixou esses otimistas mais céticos. Nenhum dos nossos pontas se encontrou nesses primeiros minutos de jogo.
É claro que o gramado irregular ajudou a deixar o jogo mais brigado, mais físico, favorecendo o mandante, mas é Libertadores, é o esperado, então o Flamengo precisa encontrar soluções.

A troca de lados dos pontos aos 25 minutos devolveu o otimismo e mais algumas pessoas tiveram mais esperança e Everton parecia que nunca tinha saído do time, a ponta esquerda é dele. Começamos a ter mais a bola, a ocupar mais o campo adversário e a finalizar mais. Nada muito fora da curva, mas era uma melhora, era um começo.

Vira o tempo ainda zero a zero e a segunda metade começa na mesma pegada. O Flamengo ocupa o campo de ataque sem ser dominante. As movimentações não são perfeitas, os passes não saem perfeitos e as finalizações ficam a centímetros do gol. 

Não deu nem tempo de falar o ditado e estávamos levando um gol.
A moral vai lá embaixo, o time começa a desesperar e nem o que estava dando certo volta a funcionar.
Até tinha tempo para recuperar, mas quando a fase é ruim, a chapada vai na trave e sai, a pancada frontal bate em jogador impedido.
Assim o ataque do Flamengo chegou a 18 finalizações, mas o goleiro dos caras fazendo apenas três defesas.

Falta psicológico, falta sorte, falta capricho, falta um detalhe.
Cada semana falta um detalhe diferente.

Sábado tem mais,
SRN




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