segunda-feira, 28 de abril de 2025

Flamengo Massacra o Corinthians e Reafirma Favoritismo

O Flamengo não apenas venceu, mas dominou. Desde o primeiro minuto, a equipe rubro-negra mostrou que estava em outro patamar, impondo seu ritmo e controle de jogo contra o Campeão Paulista que pouco conseguiu responder. Com Pedro retornando aos onze inicias pela primeira vez desde Setembro de 2024, o artilheiro se juntou a Cebolinha e Arrascaeta e confirmaram o ditado: Em céu de Urubu, gavião não voa.

O primeiro gol veio como um prenúncio do que estava por vir, um Flamengo incisivo, que não dava trégua. Aos 5 minutos, a marcação forte fez nosso time recuperar a bola ainda no campo de ataque. Léo Ortiz coloca a bola no chão e no talento direciona a jogada. Depois de vencer divididas consecutivas, Arrascaeta abre para Cebolinha em amplitude, a jogada dos sonhos do ponta esquerda destro. Para ajudar, Ayrton Lucas faz  a passagem por fora, dando uma quantidade exorbitante de opções para Everton e ele escolhe o Gol. 

Pouco tempo depois Pedro, no segundo poste, encontra a trave. Se dependesse do Flamengo, o jogo seria esse. Mas existe um adversário do outro lado, que mesmo não estando na melhor fase, tem conquistas recentes e não poderia ser subestimado. Mesmo Yuri Alberto tocando na bola pela primeira vez só aos 15 minutos, ali já mostrava um Corinthians que buscava competir. Principalmente utilizando Raniele para encontrar espaços nas consta de Pedro e Arrascaeta. Filipe Luis enxergou isso e pediu para Pulgar se aproximar mais e a breve esperança paulista foi se esvaindo.

Aos 34 minutos, com o Flamengo já com controle do campo ofensivo, Arrascaeta ampliou a vantagem. Os comandados de Filipe Luis se organizam, trocam passes, manipulam a marcação e compensam movimentações. Culminando no pivô de prima de Pedro e na primorosa finalização de Arrasca que comprovam que até a mais bela jogada coletiva precisa de refino individual. E para fechar o primeiro tempo com chave de ouro, Pedro aproveitou um erro grotesco do nosso cria Hugo Souza na saída de bola e colocou o terceiro no placar.

O segundo tempo foi apenas a confirmação do domínio rubro-negro. Logo no segundo minuto Arrascaeta mostrou que qualquer brecha seria aproveitada e o Flamengo foi empilhando jogadas atrás de jogada. Aos 34 minutos, após marcação de pênalti em Arrascaeta, Pedro, assumiu a responsabilidade e fuzilou a bola no ângulo, não dando chance alguma para o maior pegador de pênaltis do Brasil. O quarto gol não apenas ampliou o placar, mas simbolizou a superioridade técnica e tática do Flamengo, que administrou o ritmo até o apito final sem dar espaço para reações.

O melhor ataque no campeonato volta a ser líder e a goleada trás a paz mais forte que qualquer pseudo-crise que os últimos dois empates poderiam trazer.

E vamos por mais.
SRN

quarta-feira, 23 de abril de 2025

Jogo ruim, resultado satisfatório

Retornando a Libertadores, o Flamengo necessitava de um bom resultado na terceira rodada da fase de grupos. Filipe Luís marcou as entradas de Everton Araújo, Danilo e Juninho no time titular rubro-negro. Diante de uma LDU sempre perigosa em casa e da temida altitude de Quito, o Flamengo encontrou muitas dificuldades para impor seu ritmo. Mesmo com maior posse de bola, a equipe Rubro-negra fez um dos seus piores jogos na temporada.

O Flamengo começou o jogo com mais posse, tentando não acelerar a jogadas para não gastar o pouco vigor físico no inicio do jogo, mas a não costumeira cautela quebrou o ritmo do Flamengo que se via desconfortável no jogo. Por duas vezes Arrascaeta teve a chance de abrir o placar, mas as falhas no último terço chegaram até no nosso camisa 10 que não conseguiu concretizar as chances. Os campeões de Quito, sabendo o valor do seu mando de campo, criou oportunidades e busco incessantemente aumentar a sua liderança no grupo, mas falhas técnicas também acontecem nos nossos adversários e o placar se manteve inalterado.

No segundo tempo, o Flamengo sentiu os efeitos da altitude e teve uma visível queda de ritmo físico. A intensidade, mesmo que controlada no início, já não era a mesma, e isso abriu espaço para o crescimento da LDU, que passou a pressionar com mais frequência e volume. As entradas de Pedro e Luiz Araújo tentaram dar novo fôlego ao ataque rubro-negro. No entanto, o fim do jogo foi marcado por tensão. A LDU se lançou ao ataque e quase marcou nos acréscimos, quando Michael Estrada cabeceou com perigo e a bola passou tirando tinta da trave direita de Rossi. O Flamengo, encurralado nos minutos finais, sobreviveu ao terror imposto pelos equatorianos e saiu de campo aliviado com o empate.

A queda física era esperada, mas o fraco nível técnico fez os comandados de Filipe Luis realizar um dos piores jogos do ano. Ainda assim, nosso histórico na altitude reforça o quão importante foi conquistar um ponto, sabendo que o fracasso no Maracanã precisa ser corrigido em Córdoba. Retornando ao Campeonato Brasileiro, ainda sentiremos os efeitos da altitude e a expectativa de outro jogo ruim não diminui a responsabilidade que o jogo traz. 

E vamos por mais!
SRN

segunda-feira, 21 de abril de 2025

Léo Jardim protege o bacalhau e Páscoa Rubro-negra fica incompleta

Em um jogo que prometia muito, Flamengo não consegue superar o goleiro adversário e termina empatando no Maracanã pela quinta rodada do Campeonato Brasileiro. Filipe Luis alçou Ayrton Lucas no lugar do lesionado Alex Sandro.

Com a bola rolando o lance a jogada impedida acusou o lado que o Flamengo preferiria atacar, mas o primeiro susto foi uma finalização que estourou na trave de Rossi. Retomando o controle da bola, Flamengo encontrava buracos na marcação de meio-campo na equipe adversário e tentava transferir essas vantagens para o lado esquerdo e assim entrar na área. A primeira finalização de Michael aos 8 minutos de jogo abriu uma noite inspirada de Léo Jardim. Primeiro, o Flamengo tentou aproximar seus jogadores para realizar tabelas rápidas e criar finalizações por baixo. Em seguida, nossos jogadores aumentaram a distância entre si, buscando criar mais espaços para acelerar as jogadas individuais e forçar a defesa adversária de uma maneira diferente.

O segundo tempo mudou o lado do campo de ataque, mudou o flanco preferido do ataque rubro negro. Nosso adversário mudou o estilo de marcação e chegou a colocar 6 jogadores na última linha em alguns momentos, e assim, Rossi mudou de goleiro para espectador quando o jogo virou um ataque contra defesa. Ambos os treinadores também realizaram mudanças nos onze encarregados, mesmo com a entrada do artilheiro Pedro, Léo Jardim manteve a rede inviolada, garantindo o empate em um jogo que teve mais estratégia do que gol.

Completando cinco jogos, o Campeonato Brasileiro ganha sua forma inicial. Apesar da falta de gols no sábado, ainda somos o melhor ataque e nos tornamos a melhor defesa. Apesar da invencibilidade, não somos a melhor equipe.

E vamos por mais.
SRN

quinta-feira, 17 de abril de 2025

É Chocolate!

Em um domingo de domínio absoluto, o Flamengo apresentou um espetáculo no Maracanã e goleou o Juventude por 6 a 0, retomando a liderança do Campeonato Brasileiro. Sem grandes baixas por frescor, Filipe Luís pôde escalar seu time forte, com a dupla Danilo-Léo Pereira na zaga, e assim, não apenas conseguiu vencer, mas o fez com autoridade.

O primeiro tempo já anunciava o que estava por vir. Aos 13 minutos, Erick Pulgar abriu o placar com um cabeceio impecável após cobrança de falta de Arrascaeta. Gonzalo Plata ampliou com uma cavadinha elegante, após bela jogada coletiva. E sem tirar o pé, o Flamengo continuou buscando o Gol até que Danilo apareceu no segundo poste para cabecear, consolidando a superioridade rubro-negra. Terminamos o primeiro tempo com dez finalizações, o mesmo numero da nossa maior derrota do ano, mas o calor da partida muda quando o placar é aberto no começo. A partir daí, tudo fica mais fácil para o Flamengo.

No segundo tempo, o Flamengo manteve o ritmo e continuou pressionando. Arrascaeta, sempre inspirado, marcou o quarto gol após jogada coletiva impecável, com Michael cortando a defesa adversária como uma faca quente na manteiga. Pedro, ainda buscando ritmo de jogo após grave lesão, marcou duas vezes. Primeiro com um cabeceio firme e depois, mesmo perdendo o pênalti, a bola vai em uma direção favorável para o nosso artilheiro, que nos lembrou que mesmo errando, ele faz gol.

O Juventude, por sua vez, pouco conseguiu fazer. A equipe gaúcha, pressionada desde o início, viu seu sistema defensivo ruir diante do futebol envolvente do Flamengo. Mesmo com substituições e tentativas de reorganização, o time não encontrou respostas para conter o ímpeto rubro-negro. O time mostrou variedade de armas, desde bolas paradas até jogadas trabalhadas, e demonstrou que pode contar com diferentes nomes para decidir.

E vamos por mais!
SRN 

segunda-feira, 14 de abril de 2025

Recital Uruguaio durante dominância costumas rubro-negra

Em um jogo que começou com o Flamengo demonstrando controle desde os primeiros minutos, a equipe rubro-negra mostrou  o por quê de ser uma das favoritas ao título deste ano. Mesmo longe do Maracanã, a equipe rubro-negra impôs o seu ritmo e aproveitou as falhas do adversário para garantir os três pontos com tranquilidade.

O primeiro tempo foi marcado pela paciência do Flamengo em construir as jogadas, mas o seu "Atrair para atacar" foi desafiado pelo Grêmio, que começou o jogo marcando alto, mas marcando errado. A aposta funcionou para os comandados de Filipe Luiz. Aos 4 minutos, depois de Arrascaeta achar o buraco na marcação alta, Nico gira para Michael com marcação única e com a linha defensiva correndo para trás, situação preferida de qualquer ponta. O corte atrai três jogadores e se tem 3 no Michael alguém vai estar livre e Arrascaeta, que acompanhou toda a jogada, pegou o desvio, driblou o goleiro Tiago Volpi e abriu o placar com um toque preciso de canhota. Um gol que sintetiza a qualidade do uruguaio, tanto para construir, tanto para tomar decisões na área.

Com a vantagem no placar, o Flamengo seguiu seu plano de jogo, mas próximo aos 20 minutos de jogo, a equipe mandante consegue encontrar alguns encaixes na marcação e mesmo que Rossi não tenha feito nenhuma intervenção urgente, o volume rubro-negro foi esvaziado.

No segundo tempo, o embate de gigantes encontrava as mesma situações. Enquanto o tricolor gaúcho buscava subir mais um degrau competitivo e igualar o jogo, Filipe Luiz escolhe renovar o fôlego da equipe. Cebolinha e Plata são acionados e logo aos 21 minutos, depois que a dupla uruguaia encontrou mais um buraco na marcação alta gremista, Cebolinha sustenta o duelo físico e devolve para Arrascaeta que ganhou na velocidade do seu marcador. O camisa 10 carregou, ajustou o corpo e colocou a bola no canto esquerdo de Volpi, ampliando a vantagem.

Mais três substituições acontecem no 2a0, todas elas revigoram o fôlego de jogadores responsáveis pelo primeiro e segundo combate. O suficiente para que Rossi só fosse acionado uma única vez, já faltando um minuto para os acréscimos. Consolidando assim, a vantagem segura e os três pontos para a equipe rubro-negra. Resta agora seguir com os pés no chão e os olhos nos títulos.
E vamos por mais!
SRN
Fechando a segunda rodada do Campeonato Brasileiro para a segunda rodada da Libertadores. A quarta e última estreia, o primeiro jogo em casa buscando a Obsessão. Varela, Evertton Araújo, Plata e Bruno Henrique retornam aos onze iniciais. O adversário era um calouro argentino e também visitava o templo do futebol pela primeira vez.

Repetindo o padrão do ano, os comandados de Filipe Luiz começaram o jogo com o pé no acelerador e logo no primeiro minuto Juninho tem a primeira oportunidade. Bruno Henrique aos 10, Arrascaeta aos 12, Ortiz aos 15 e Pereira aos 18 minutos, também deram esperança para a arquibancada. Nesse Intervalo Rossi também foi necessário, mostra que o time de Córdoba também buscava o gol. Só que aos 24 minutos de jogo o "quem não faz leva", que ameaçou em Salvador, apareceu no Maracanã. O Gol não mudou a postura rubro-negra nem do visitante e pouco antes do intervalo depois de uma cobrança muito bem ensaiada, o placar estava ampliado.

O segundo tempo começou com o Flamengo determinado a reverter o placar, e as alterações de Filipe Luís mostraram efeito imediato. Wesley, Erick Pulgar e Gerson trouxeram mais dinâmica ao meio-campo, aumentando a pressão sobre a defesa argentina. O abafa seguia forte quando, aos 16 minutos, Nico De la Cruz bate a falta com maestria. O goleiro até chega, a bola também bate no travessão, mas vai entrando no gol de forma dramática.

O gol trouxe ainda mais esperança, mas também trouxe pressa. A pressa que o Flamengo não teve quando estava com dois gols de desvantagem se fez presente com um gol de desvantagem. Para recolocar o time nos eixos, Filipe Luis aciona Luiz Araújo e o tão aguardado retorno de Pedro. Os três toque que o centroavante deu na bola evidencia o quanto ainda falta de ritmo de jogo, mas ainda assim, foi o suficiente para dar uma finalização de presente para Luiz Araújo que não acertou em cheio. Mesmo que o lance já tenha acontecido nos acréscimos a esperança ficou viva. Até que no minuto 96, o uruguaio da noite achar Bruno Henrique no segundo poste. A jogada que o Flamengo passou o jogo inteiro esperando, mas a conclusão foi na trave e a esperança abandonou o Maracanã. Os escanteios em sequencia poderiam ter até o Rossi na área que não parecia que fosse resolver.

O Flamengo sofre sua primeira derrota no comando de Filipe depois de 16 jogo. Uma derrota que todos sabiam que iria vir, mas que ninguém queria que fosse ontem.
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SRN

segunda-feira, 7 de abril de 2025

Com Gerson, Arrascaeta, Wesley e Alex Sandro retornando aos onze iniciais. Flamengo entriu em campo para um duelo marcado por emoções e reviravoltas, o adversário da rodada foi o rubro-negro baiano, o Vitória. O Mengão mostrou sua capacidade de reação e confirmou a superioridade em campo, mesmo diante de um adversário que não facilitou a tarefa. Os escolhidos titulares trazem de volta a boa dinâmica ofensiva de Wesley e Gerson pela direita, mas Alex Sandro, por ser uma lateral mais construtor, não sobe tanto e Arrascaeta e Cebolinha ficam encarregados de dar profundidade pelo lado esquerdo.

Ao soar o apito inicial, o rubro-negro trajado de branco já logo demostrou o seu ímpeto pelos 3 pontos. A finalização de Gérson foi defendida, já a cabeçada de Cebolinha foi para fora. Mas foi alguns minutos depois que a incerteza começou a aparecer, depois de Juninho finalizar na trave. O Flamengo seguia empilhando chances mas o velho ditado já vinha dando as caras "quem não faz... O primeiro tempo se encerrou sem a nenhuma profecia cumprida e o segundo tempo trouxe mais uma dose de esperança de Filipe Luiz aos seus comandados. Mais quinze minutos de jogo para que os titulares pudessem abrir o placar e mais uma vez, o gol não veio, veio a entrada de Bruno Henrique e Gonzalo Plata no lugar de Nico De la Cruz e Everton Cebolinha.

Mas aos depois de errar um passe fácil, Arrascaeta faz o difícil. Corre, pressiona e sustenta divididas. Encontra o espaço que só ele encontra e finaliza com um toque que só ele tem. Aos 17 do segundo tempo, um gol de quem entende a 10 rubro-negra que veste. Um gol de persistência, de vontade, de inteligência e de técnica, tudo que um craque flamenguista tem que ter. Um Gol poético o suficiente para ser o único de um jogo difícil, as o rubro-negro mandante empata o jogo em uma finalização desviada. Construir não é fácil, destruir que é. O empate inflamou o Vitória que obrigou Rossi a fazer uma defesa três minutos depois de ter buscado a bola na própria rede. 

O Flamengo resolve acalmar o jogo, colocar a bola no chão e reassumir o controle do jogo e faltando 4 minutos para começar os acréscimos, ocupando o campo de ataque, de forma organizada e inteligente Bruno Henrique traz a conquista para o Rio de Janeiro. Michael recua para receber o passe de Alex Sandro mais aberto. A cobertura da defesa da espeço para um canhoto atacar o espaço e a velocidade da joga exija apenas que o Rei dos Clássicos acompanhasse a jogada com seu faro de Centroavante.

A equipe de Filipe Luiz supera a semana de estreias e chega a 16 jogos sem derrotas, 3 empates e depois pontos deixados no maracanã. A próxima rodada promete novos desafios, com motivos para olhares otimistas e pessimistas.
E vamos por mais!
SRN

sexta-feira, 4 de abril de 2025

Sopa morna e jogo morno são o suficiente para encerrar jejum na Libertadores

O mês de Abril quis abrir a temporada do Flamengo na Libertadores com o pé direito. Possuindo um empate na véspera, a equipe de Filipe Luís começou a semana de treino pensando no Deportivo Táchira e mais algumas noticias ruins. Wesley, Plata e Alex Sandro se ausentaram dos onze iniciais. Varela, Ayrton Lucas assumem o posto e Everton Cebolinha também substitui Juninho.

Aos dez minutos de jogo, Varela faz o "gato" e consegue receber na frente de seu marcador. Michael ataca as costas da primeira cobertura, mas o passe vem alto. A segunda cobertura chega no Menino Maluquinho, mas Luiz Araújo chega junto, ganha a segunda bola e finaliza para fora. Mas os minutos do primeiro tempo foram passando no mesmo ritmo da jogada. passes lentos até uma falha de cobertura do adversário ou uma eventual vitória em um duelo pessoal. Nessa pegada, mais tarde, Bruno Henrique de mais um susto no goleiro Camargo, mas nenhum esforço conseguiu atingir o barbante.

Retornando para o segundo tempo, a equipe Rubro-negra coloca um pouco mais de tempero nas jogadas e para não deixar cair o ritmo pelo cansaço físico. Allan, Juninho e Alex Sandro entraram com pulmões frescos. Já nos seus primeiros momentos do jogo, Alex Sandro lança Cebolinha em profundidade. A bola corre demais, mas foi alcançável para quem acreditou e o cruzamento ainda foi na direção do melhor alvo. Bruno Henrique consegue atacar a bola difícil, mas foi preciso o centroavante conferir para a bola entrar. Juninho, de peito, para abrir o placar.

Agora com superioridade no placar, Flamengo volta ao ritmo do primeiro tempo. Passes fáceis, passes seguros e atacar quando uma oportunidade boa aparecesse. Nosso menino, Wallace Yan, é acionado e a resposta do técnico adversário foi se abrir para o jogo, principalmente faltando dez minutos para acabar o jogo quando fez uma substituição dupla. Já faltando quatro minutos mais os acréscimos, Cebolinha dá a vez para João cunha fazer a lateral direita e adiantando o Varela. Os cinco minutos de acréscimos foram o suficiente para uma defesa do Rossi e uma bola no pé da trave, mas não para o gol de empate.

O apito final trouxe a primeira vitória do Flamengo fora do Brasil desde 2022. Os sustos no final e o ritmo cadenciado não foram somados na tabela, mas estão na cabeça do nosso professor Filipe Luiz.
E vamos por mais!
SRN