segunda-feira, 7 de outubro de 2024

Mais três pontos, mais confiança e mais esperança.

Faz um pouco mais de três semanas que enfrentamos esse mesmo adversário. Em uma diferente competição, em um contexto diferente. Mas emocionalmente, a proximidade e a importância desses confrontos cria um ambiente especial. Bom para a gente, que além de estarmos em melhor momento, eliminamos a equipe baiana naquela ocasião. 

Para o jogo de sábado, apenas uma alteração. Na lateral esquerda, Alex Sandro dá a vaga para Ayrton Lucas. Já nosso adversário teria um desfalque que nos conhece bem e que nos deixou ainda mais confiantes na busca pelo resultado.

Aos cinco minutos de jogo, ambas as equipes já haviam criado boas chances. Enquanto o Flamengo demorou 21 minutos para finalizar novamente, nosso adversário rondava nossa área e levava mais perigo nos lances de escanteio.

Fora os cruzamentos, nossa equipe se mostrou muito disposta em correr para trás e obrigar a equipe soteropolitana a recomeçar a construção. Sempre que reiniciava a construção, a nossa equipe tinha uma nova chance de colocar a pressão em prática. Quando Gabriel desvia de cabeça, a finalização não gera nenhum perigo para o goleiro, mas já se via o Flamengo ocupando muito mais o campo de ataque. Com mais liberdade para criar, Ayrton Lucas passa a ocupar um espaço mais avançado, confiando que a bola vai chegar.

Na direita, Wesley tenta a jogada, erra, briga, recupera e recicla a posse para Léo Ortiz. O camisa 10 da zaga aciona o camisa 10 do meio. Arrascaeta vê o facão de Wesley e coloca o menino para correr. Gabriel Barbosa fecha o primeiro poste, Bruno Henrique se posiciona para o passe atrás que recebe a bola e a finalização frontal acontece. A jogada estava tão correta que os Deuses do Futebol não iam se contentariam com a defesa e quiseram que o rebote caísse no pé de Ayrton Lucas que fechava o segundo poste.

O placar muda, o jogo não. Flamengo segue conseguindo mais vantagens no jogo e nem a mudança de lado é suficiente para recolocar o adversário na partida. O Flamengo segue colocando o goleiro adversário para trabalhar. Alterações acontecem de ambos os lados, mas nada consegue mudar o panorama do jogo. Até que aos 30 minutos do segundo tempo o nosso time realiza uma modificação tripla e a equipe perde um pouquinho o ímpeto ofensivo.

As divididas começaram a ficar equilibradas, a bola passa a girar menos a área adversária. De forma gradual, o emocional do jogo vai virando, apesar do risco do empate girar mais pelo folclore que pelo campo. Até os acréscimos, Rossi não havia sido exigido, mas o último susto veio e a finalização para fora só não trouxe mais alívio que o pênalti convertido por Charly Alcaraz depois do nosso menino maluquinho sofrer uma agressão.

A segunda vitória sob o comando de Filipe Luis veio, assim como o segundo jogo sem sofrer gols nessa nova forma de defender. Um Flamengo mais seguro, um Flamengo mais ofensivo, que mesmo ainda não estando perfeito de frente para a baliza, chega e cria chances.
E vamos para mais
SRN

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