Em uma noite de domingo no Maracanã, Flamengo e Botafogo não saíram do zero em um jogo que possuiu mais intensidade nas divididas do que na parte ofensiva. O clássico, válido pelo Campeonato Brasileiro, mostrou duas equipes focadas em não cometer erros. Sentindo, principalmente, a falta dos dois camisas 10, a criatividade e a ousadia foi a grande derrotada da noite.
Desde o início, ambas as equipes tentaram controlar a posse da bola e iniciar a construção desde o tiro de meta, mas a preferencia pelas laterais do nosso adversário foram ineficientes. Do outro lado, Rossi, Pereira e Ortiz demostraram todo o repertorio de saída de bola e deram o controle do posse para os comandados de Filipe Luis. Uma vez que o Flamengo conquistava uma pequena vantagem, a fisicalidade do adversário aparecia No entanto, o Botafogo, organizado defensivamente, soube fechar os espaços e evitar maiores sustos no primeiro tempo.
A principal chance do Flamengo foi com Luiz Araújo. Aos 21 minutos, a marcação alto no lateral funciona e a bola sobra para nosso ponta que finalizou de primeira, mas foi detido por uma grande defesa de John Victor. Do outro lado, o Botafogo respondeu com Cuiabano, que apareceu pela esquerda e finalizou cruzado, mas sem acertar o alvo.
As substituições entraram em cena para tentar mudar o rumo da partida. Juninho e Matheus Gonçalves foram algumas das opções utilizadas pelo Flamengo, mas antes mesmo de sentirem o jogo, Nico De la Cruz sente uma lesão e obriga uma improvisação de Filipe Luis. O Flamengo se desorganizou e o Botafogo encontrou o seu melhor momento ontem. Com as entradas de Varela e Michael o Flamengo voltou a competir, ainda que não conseguisse criar grande chance alguma. Até que nos acréscimos, a chance final caiu nos pés de Alex Sandro, mas a finalização truncada foi para fora, e simbolizou bem o que foi o jogo.
O melhor ataque e a melhor defesa do campeonato não são o suficiente e o empate afasta o Flamengo da liderança. Mais uma vez o Flamengo não consegue obter três vitorias seguidas, feito que não acontece desde o Carioca. Em compensação, o triunfo nunca se distanciou por mais de duas partidas.
E vamos por mais.
SRN
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