Retornando ao Campeonato Brasileiro, o Flamengo tinha pela frente o Cruzeiro em Belo Horizonte. Vindo de seis partidas invictas e sem sofrer gols, os comandados de Filipe Luis não foram capazes de manter a sequencia e deixando a liderança do campeonato escapar. Alex Sandro retornando de lesão se juntou aos demais jogadores que não iniciaram o jogo no Dia do Trabalhador.
Com a bola rolando, o encontro de gigantes se viu presente. O Flamengo tentando impor seu jogo, controlando a bola e o campo enquanto o time de Minas, com apoio da sua torcida, marcou alto desde o começo. Com a vantagem numérica e qualidade de passe do Rossi, o Flamengo conseguia bater o primeiro combate adversário, mas sem conseguir atacar a ultima linha, permitia que o cruzeiro se reestruturasse no meio campo para subir a marcação novamente. Fechando bem o corredor central, a circulação de bola rubro-negra ficou bem lenta e quando tentava jogar por dentro, caia na armadilha cruzeirense e assim, aos 15 minutos de jogo, Kaio Jorge abriu o placar.
A mudança de placar não mudou a estratégia de nenhuma equipe, mas depois do gol, nossos volantes de língua espanhola passaram a ficar mais vigilantes com a bola, ainda assim, não foi o suficiente para o Flamengo ganhar o campo de ataque. Aos 18 minutos, Léo Ortiz obrigou Cassio a fazer uma grande defesa e aos 23 ele precisou sair nos pés do Pedro no único momento em que o Flamengo conseguiu acelerar em campo aberto, até ali. Mas perigo maior estava acontecendo na trave do Rossi.
Caindo mais na armadilha do que propondo jogo, o Flamengo foi jogando. No minuto 43, a insistência deu certo e o Flamengo consegue atacar com espaço pela segunda vez. Também pela segunda vez no jogo, o Flamengo acerta uma finalização entre as traves adversárias, mas dessa vez, Cassio até toca na bola, mas insuficiente para tirar o Gol mágico que nosso camisa 10 realizou. E o primeiro tempo se encerra empatado.
No segundo tempo, a equipe mandante tentou reter mais a posse de bola e apresentou mais dificuldade para o jogo do Flamengo. Com o volume de posse de bola reduzida, Filipe Luis coloca Michael no lugar de Pedro e centralizando o Bruno Henrique que já havia entrado minutos antes. A alteração tática visava dar mais combate sem bola ao mesmo tempo que mantinha um centroavante alto, mas a alteração não surgiu efeito coletivo e o Cruzeiro cresceu na partida.
Rossi foi sendo exigido de maneira diferente do primeiro tempo, menos com a bola no pé e mais com as mãos. Um péssimo sinal para a torcida rubro-negra. Já nos acréscimos, foi exigida a mais importante defesa do jogo. Depois do pênalti marcado por Léo Pereira, um certo especialista que conhecemos bem teria a chance de sacramentar nosso sofrimento. Rossi consegue intervir mais uma vez, mas o rebote fica afeição de Gabriel Barbosa que da números finais ao placar.
O jogo tira mais que a liderança do Flamengo, nos tira a melhor defesa e parte da confiança que havíamos recuperado desde o jogo contra o Central Córdoba.
E vamos para mais,
SRN
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