Em um jogo que começou com o Flamengo ditando o ritmo desde os primeiros minutos, a equipe rubro-negra cumpriu as expectativas e conquistou a classificação, mesmo com alguns sustos defensivos. A rotação dos titulares seguiu a mesma estratégia no jogo de ida, mas Pedro e Gerson, por motivos específicos, também começaram o jogo.
O controle da posse de bola no campo ofensivo logo deu resultado. Um escanteio, uma bola viva e a concentração de Danilo faz ele agir primeiro e abrir o placar. Seguindo o padrão do ano, o gol no inicio facilita o jogo. e depois de uma joga bem trabalhada coletivamente, Pedro, com faro de artilheiro, aumenta o placar, aos 6 minutos de jogo.
O placar agregado e a diferença técnica das equipes finalmente é comprovada. Com o risco de sofrer uma goleada mesmo jogando fechado, o Botafogo da Paraíba resolve se abrir para o jogo e, nosso velho conhecido, Ceifador obriga Matheus Cunha a realizar uma grande defesa. O saldo existia, mas nosso adversário tentava reverter o lado psicológico do jogo e conseguiu alguns minutos de abafa. O Flamengo responde, principalmente com Ayrton Lucas. Primeiro, nosso lateral corta para direita e acha uma finalização no cantinho que é defendida. Depois, com o pé esquerdo, acha Varela livre no segundo poste e o três a zero estava estabelecido.
A retomada de concentração durou mais que alguns minutos, e mesmo com a grande vantagem, Cebolinha obrigou o goleiro Michael a realizar uma defesa. Defesa essa que Matheus Cunha não conseguiu fazer depois de um contra-ataque do adversário. Nosso goleiro saiu mal e mesmo que Michael conseguisse atrapalhar a finalização de Dourado, Cunha não estava aonde deveria e o gol aberto concretizou o gol de honra para o Botafogo da Paraíba.
No segundo tempo, estava na vez de Varela realizar um dos principais ofícios de um lateral e levantou uma bola precisa na área, buscando Everton Cebolinha. O atacante aproveitou o intervalo entre zagueiro e lateral oposto para cabecear livre. O goleada só não foi sacramentada porque, depois de um escanteio, Rodrigo Alves acertou um chute de rara felicidade. Sem deixar a bola cair, passando por todos os defensores e achando o cantinho do gol. Mesmo se Matheus Cunha estivesse no seu dia mais inspirado ele não alcançaria essa bola.
O placar ainda favorecia bastante o Flamengo que controlou o jogo até o apito final. O Gol de Joshua no final do jogo de ida trouxe a tranquilidade para fazer dois gols no inicio do jogo de volta, e assim, a classificação foi encaminhada com menos drama.
E vamos para mais,
SRN
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